06/09/2021 Por Bárbara Rocha

Nômade Digital: O guia definitivo

Você tem uma mente criativa e sonha em viver trabalhando pelo mundo? Se você respondeu sim, temos uma notícia: Talvez seja a hora de você descobrir como ser um nômade digital.

Ou seja: ser um profissional que independe de um lugar fixo e pode trabalhar de qualquer lugar do mundo fazendo uso da tecnologia. 

Eu e o Vagner somos nômades digitais há 10 anos: viajamos e trabalhamos pelo mundo com produções de vídeos e séries documentais. Até hoje, já moramos em mais de 200 “casas”, entre apartamentos, casas, barracas, carro,  barco, trem, tudo quanto é tipo de hospedagem. 

No entanto, quando começamos, não tínhamos conhecimento desse termo, acho até que ele nem existia. E era difícil esclarecer como viver dessa forma, fomos na cara e na coragem.

Aos poucos, este estilo de vida vem se popularizando, mas ainda é um mistério para muitas pessoas que sonham em viver viajando. 

Por esse motivo, resolvemos montar esse guia com nossas melhores dicas e conselhos com você que também quer experimentar esse estilo de vida! Bora ver?

Guia de como se tornar um nômade digital. Confira aqui:

Bárbara Rocha, nômade digital brasileira, sentada em sofá
Foto: Vagner Alcantelado

O que é ser um nômade digital?

Só para recapitular: um nômade digital é um  profissional que pode trabalhar de qualquer lugar do mundo fazendo uso da tecnologia. Mas, longe de ser só isso.

Geralmente são pessoas que se deram conta de que o tempo é um artigo de luxo e que não faz sentido ficar preso num escritório durante os melhores anos da sua vida – quando você está saudável e cheio de energia – para, só então, juntar dinheiro, se aposentar com mais de 60 anos e  viajar. Querem viver isso agora!

Foi exatamente o que aconteceu com a gente, trabalhávamos o dia inteiro, de manhã até de noite, sem nem ver a luz do dia e não aguentávamos mais.

Com essa sensação tomando conta, essas pessoas escolhem largar tudo, em busca de maior qualidade de vida e flexibilidadePara quem gosta de viajar, a alternativa acaba sendo sair pelo mundo, buscando uma vida mais excitante.

casal viajando o mundo Vagner Alcantelado e Babi Rocha
Babi e Vagner, nômades digitais brasileiros. Casal viajando o mundo desde 2012 sem endereço fixo.

Característica dos nômades digitais

É importante dizer que é comum, mas não a regra, que os nômades digitais sejam:
 

Criativos

Uma das partes essenciais desse estilo é ter foco criativo, isso é, ter habilidades para criar, seja inventar algo que vai ajudar na sua renda ou encontrar a solução para sair de um perrengue no meio do caminho.  

Interdependentes

Virar nômade digital requer um alto nível de independência, é claro, mas é essencial estar conectado com outras pessoas enquanto se viaja, e não deixar que o ato de viajar se torne um forma de isolamento, por isso é comum que eles busquem espaços de coworking.

Minimalistas

Viver com uma mochila impõe minimalismo. Torna-se complicado viver experiências incríveis pelo mundo quando se carrega coisas em excesso. 

Adaptáveis 

Essa é uma das principais, afinal, para levar esse estilo de vida, é preciso se acostumar com o fato de que cada dia você pode estar num lugar, dormir em camas diferentes, lidar com situações e culturas novas a cada dia.

Se você se identificou com essas características pode ser um sinal, hein… quer saber como ser um nômade digital?

viajante de braços abertos em mirante, observa o mar
Foto: Vagner Alcantelado

Com o que trabalha um nômade digital? 

A internet mudou tudo. Não apenas a forma como trabalhamos, mas de onde.

O primeiro ponto é pensar se a sua profissão pode ser exercida de qualquer lugar, ou se você está disposto a mudar de carreira, quem sabe criar o seu próprio negócio.

É comum que nômades digitais sejam produtores de conteúdo, escritores, designers gráficos, web designers, fotógrafos, video makers, mas pode ser um profissional de qualquer ramo, que consiga trabalhar online. Há muitas formas de como ganhar dinheiro viajando

O básico é: ter um celular, notebook, e uma boa conexão de internet.

Notebook, planta, caderno e garrafa de água em cima de mesa de trabalho de nômade digital

Onde conseguir trabalhos remotos ou empregos?

1) Emprego fixo – home office

Cada vez mais, as empresas vem apostando na contratação de colaboradores no sistema Home Office e, com a pandemia, esse modelo cresceu ainda mais, registrando 309% de aumento em 2020/2021. 

As empresas perceberam que, com os funcionários trabalhando de casa, seria possível reduzir os custos e, em vez de cobrar horários rígidos, passaram a cobrar a produção.

Portanto, se você já tem um emprego presencial, mas que pode ser realizado de qualquer lugar, converse com seu chefe e tente convecê-lo a adotar esse modelo. Mas, lembre-se: o trabalho home office não é para qualquer um. Você vai precisar ter uma boa capacidade de autogerenciamento para que a produtividade não caia. 

2) Trabalhos remotos:

Outra opção é buscar trabalhos em sites que oferecem trabalhos remotos no mundo inteiro. Alguns dos sites mais conhecidos no mundo são:

Onde conseguir trabalhos remotos ou empregos?

1) Emprego fixo – home office

Cada vez mais, as empresas vem apostando na contratação de colaboradores no sistema Home Office e, com a pandemia, esse modelo cresceu ainda mais, registrando 309% de aumento em 2020/2021. 

As empresas perceberam que, com os funcionários trabalhando de casa, seria possível reduzir os custos e, em vez de cobrar horários rígidos, passaram a cobrar a produção.

Portanto, se você já tem um emprego presencial, mas que pode ser realizado de qualquer lugar, converse com seu chefe e tente convecê-lo a adotar esse modelo. Mas, lembre-se: o trabalho home office não é para qualquer um. Você vai precisar ter uma boa capacidade de autogerenciamento para que a produtividade não caia. 

2) Trabalhos remotos:

Outra opção é buscar trabalhos em sites que oferecem trabalhos remotos no mundo inteiro. Alguns dos sites mais conhecidos no mundo são:

Por fim, você pode também pesquisar os sites de freelancer dos países para onde você pretende ir. Por exemplo, se a ideia é ir para a Nova Zelândia,  neste post você encontra sites de lá.

Nômade digital com mochila nas costas, caminha em rua, durante o dia

3) Contato direto com as empresas (Bater de porta em porta por e-mail / listas amarelas)

Outra opção, é trabalhar por conta própria, oferecendo os serviços do seu negócio em todo o mundo. É mais complicado, mas permite que você gerencie completamente o seu tempo.

Se você é escritor, designer, publicitário ou fotógrafo, por exemplo, pode criar um portfólio e oferecer seus serviços a estabelecimentos de cada país para onde pretende ir.

Nós trabalhamos dessa forma, escolhemos um destino e, bem antes de partir para lá, começamos a ligar e mandar e-mails oferecendo o nosso serviço.

4) Outras formas de ganhar dinheiro como nômade digital:

– Marketing de Afiliados: 

Os blogueiros e editores de conteúdo ganham dinheiro ao divulgar serviços / produtos de anunciantes através de banners e links em troca de comissões.

– Sites de bancos de imagens:

Se você se empenhar em construir um portfólio com imagens de forte apelo comercial, poderá ser capaz de ganhar alguns dólares diariamente. Alguns sites onde você vender suas fotos e vídeos são: ShutterstockGetty Images , FotoliaiStock e Dreamstime.

– E-books

Se você tem algum conhecimento especializado, considere escrever um Ebook! Hoje em dia, é tão fácil se auto publicar, que se houver um mercado para o seu assunto, você poderá se dar bem. Certifique-se de pesquisar bem seus potenciais leitores e divulgar para eles – afinal, você não quer ser deixado na prateleira digital!

– Sites de nicho

Você consegue enxergar uma lacuna no mercado? Se você é capaz de escrever conteúdo de qualidade, considere esta opção. O conteúdo aqui é realmente importante – verifique se o site preenche uma necessidade real e é útil e bem escrito. Após conseguir algum tráfego, inscreva-se para adsense, afiliados, ou outros sistemas semelhantes para que possa começar a ganhar dinheiro com os seus esforços.

Mas não para por aí! Há muitas opções de empregos para quem quer, ao mesmo tempo, trabalhar e viajar, como contamos neste post sobre os 26 melhores trabalhos pelo mundo para ganhar dinheiro viajando. 

Bárbara Rocha, nômade digital, em frente a motorhome
Foto: Vagner Alcantelado

Quanto custa viver viajando?

Essa é uma das perguntas que mais recebemos, mas que é uma das mais difíceis de responder, pois não há um custo de vida que se encaixe para todos.

Se você mora em uma grande cidade, como Rio de Janeiro e São Paulo, costuma pagar alugueis altos, frequentar lugares caros e curte esse estilo de vida, então provavelmente vai querer fazer o mesmo pelo mundo. 

No entanto, se na sua cidade você já tem um custo de vida baixo, e está satisfeito com isso, provavelmente vai ser muito fácil gastar pouco ao viver pelo mundo.

De forma geral, os custo mais altos costumam ser com alimentaçãoacomodação, e diversão (para algumas pessoas mais, outras menos), sendo a escolha da localização o que mais influencia nesses gastos.

Por exemplo, um nômade digital que mora em Amsterdã ou Paris, tende a gastar entre US$ 3 – 8 mil dólares mensais, enquanto um morando em Chiang Mai ou Bali (como nós moramos), gasta entre US$ 1-3 mil no máximo (é bem difícil gastar mais que isso por lá). 

Ambos vivem muito bem e podem se permitir alguns luxos.

Se a ideia é viver por mais de 3 meses em um lugar, uma boa é buscar apartamentos em grupos de Facebook de cada cidade ou, então, negociar uma temporada no Airbnb (sempre peça um desconto).

Caderno, notebook e caneca em cima de mesa câmera fotográfica e notebook em cima de mesa preta

Vantagens e desvantagens 

Os pontos fortes:

Essa é a parte principal, afinal, é isso que costuma impulsionar as pessoas a largarem tudo, e partirem para o mundo. Veja se te agrada:

Liberdade

Você decide para onde vai, seu escritório pode ser em qualquer lugar, numa casa, num apê, um resort, uma pousada, quem sabe com uma vista diferente a cada dia.

Ser dono do seu tempo

Se você não tiver patrão, é você quem decide e faz seu próprio horário, escolhe os dias úteis e as folgas.

Conhecer outras culturas

Esse é um dos maiores benefícios, seu conhecimento se expande e a cada dia você aprende uma nova lição.

Não ter tédio: 

Dificilmente você vai sentir essa sensação, afinal não há rotina.

Fazer novos amigos

Seja nos espaços coworking, no mercado, na padaria, fale com os locais, você pode ter amigos em todos os países e inclusive aprender novos idiomas.

Oportunidades inéditas

Novos países, novos ares, você acaba encontrando coisas e chances até mesmo de trabalho que não apareciam em sua cidade.

câmera fotográfica e notebook em cima de mesa preta

Os pontos fracos:

Se animou com os benefícios e já tá querendo arrumar as malas? Calma! 

Nem tudo são flores, nenhum estilo de vida é perfeito, respira e se liga nas desvantagens desse estilo:

Falta de rotina: 

É difícil fazer exercícios físicos, se alimentar bem, afinal, em cada país você vai encontrar uma culinária, ou a correria pode te atrapalhar. E se você pretende ter filhos, aviso: pode ser ainda mais complicado.

Ter disciplina:

Você precisa lidar com o fato de que não vai viver apenas curtindo os lugares, boa parte do tempo você vai passar trabalhando, às vezes até mais do que se estivesse em um escritório.

Se auto gerenciar: 

Se você for trabalhar por conta própria, vai precisar saber gerenciar bem o seu horário e controlar a parte financeira, por exemplo.

Estar longe da família e dos amigos: 

Essa parte é uma das mais difíceis, você vai ter que aprender a conviver com a saudade e, apesar da internet que nos aproxima com chamadas de vídeo e ligações, nada supera um abraço.

Acha que consegue lidar com tudo isso?

viajante com pés para fora de carro em estrada

Melhores lugares para nômades digitais

As melhores cidades e países para se viver para os nômades digitais variam muito de acordo com o gosto pessoal – e, é claro, o orçamento. Existem pessoas que preferem locais mais urbanos, outras preferem a natureza. Isso influencia diretamente na escolha dos locais.

O site Numbeo permite que você compare o custo de vida entre duas cidades e saber quanto custa, por exemplo, itens de mercado, uma cerveja ou um jantar em cada local.

Outro site que ajuda muito é o Nomad List , pois oferece uma seleção das melhores cidades para nômades digitais, com base em vários fatores, como: 

Clima, preços, velocidade da internet, poluição, popularidade entre nômades, segurança, fácil acesso a outros destinos, entre outros.

Essas cidades geralmente são as “queridinhas” do nômades digitais por reunirem quase todos os fatores acima em um mesmo lugar:
  • Canggu em Bali
  • Chiang Mai na Tailândia
  • Bangkok, na Tailândia
  • Saigon no Vietnam
  • Brasov na Romênia
  • Sofia na Bulgária
  • Krakow na Polônia
  • Belgrado na Sérbia
  • Kiev na Ucrânia
  • CDMX no México
  • Medellin na Colômbia

Dentre as que vivemos, recomendamos especialmente as três cidades abaixo:

Bárbara Rocha, nômade digital brasileira em frente a templo na Tailândia
Foto: Vagner Alcantelado

Chiang Mai, no norte da Tailândia

Essa cidade é conhecida por ser a capital dos nômades digitais, isso porque ela concentra uma boa parte de pessoas que levam esse estilo de vida.

A fama não é à toa, ela preenche muito bem os 4 fatores que citamos acima. Por lá, é fácil encontrar acomodações baratas, restaurantes com comidas boas e em conta, e internet super rápida. Por isso, moramos lá por mais de 2 anos.

Bangkok, capital da Tailândia

Bangkok é uma cidade enorme, moderna, com muitas opções de entretenimento, comida barata e uma ótima estrutura para nômades digitais.

A Internet é muito boa, estável e com velocidade média entre 10 e 15 Mbps, e existem muitos locais de co-working e cafés para nômades digitais e estrangeiros, a preços razoáveis.

Bali, ilha e província da Indonésia

Moramos 2 meses em Bali e nos apaixonamos! É um lugar que atrai cada vez mais os nômades, o que aconteceu conosco também. Além de ser fácil encontrar acomodação e comida barata, é um lugar lindo. E o melhor: não é difícil encontrar espaços coworking com uma boa internet, tem tudo que um nômade digital precisa. 

Mas a lista não para por aí! Há muitos lugares pelo mundo que são excelentes para os nômades digitais.  Confira no post 10 lugares para viajar barato gastando menos de US$30 por dia

macaco olha para câmera, durante o dia
Foto: Vagner Alcantelado

Quais cartões e bancos cobram menos taxas dos viajantes?

Uma coisa que todos os brasileiros têm em comum ao se tornarem nômades digitais é a insatisfação em ter que pagar 6,38% do IOF cobrado pelo governo nas despesas com cartão de crédito.

Mas eu tenho uma boa notícia: todos os dias surgem alternativas de fintech que tentam contornar esse problema.

Vou mencionar as mais importantes delas.

Wise (antiga Trasnferwise):

Esta é, sem dúvida, a melhor opção inventada para enviar dinheiro do Brasil para uma conta em seu nome em qualquer lugar do mundo.

O legal da Wise é que o dinheiro não sai do Brasil pra Alemanha, por exemplo, em formato Wire Transfer, mas sim, são feitas transações regionais em ambos os países.

E para os brasileiros, além de conseguirmos taxas de conversão e operação bem mais baixas que dos bancos tradicionais, o IOF é de apenas 0.38%. Ou seja, uma bela economia.

Para os brasileiros, além de conseguir uma taxa de conversão e transação muito mais baixa do que a dos bancos tradicionais, o IOF é de apenas 0,38%. Ou seja, uma grande economia.

No entanto, o Banco Central estabelece um limite anual, que a Wise está trabalhando para reverter. Mesmo assim, é de grande ajuda.

A Wise também introduziu recentemente uma opção de cartão de débito chamada Borderless, mas você precisa de um endereço nos EUA.

Revolut

Para quem viaja com frequência para outros países, sempre existe um problema de conversão de moeda, e você nunca sabe quanto terá que pagar. Até que inventaram o Revolut.

São diversas as empresas de tecnologia financeira que nasceram, mas o Revolut se destacou na comunidade nômade digital pela facilidade de converter as moedas dos do dinheiro que está na sua conta, com uma taxa de câmbio bem abaixo do mercado.

Ele não funciona como um banco tradicional, com sua própria agência ou caixa eletrônico, mas você pode sacar dinheiro e realizar transações com facilidade. Além disso, ao solicitar um cartão de débito Revolut, você também terá uma conta bancária no Reino Unido, que poderá usar para receber fundos internacionais (por exemplo, Transferwise do Brasil).

O Revolut é totalmente gratuito, mas você pode escolher a versão paga, que inclui opções como seguro viagem e um cartão do tipo black metal, por uma mensalidade baixa.

Caso você não tenha um endereço de um amigo na Europa para poder solicitar o cartão, existem também muitos mail forwarders que fazem este serviço como, por exemplo, a ClevverMail, presente em muitas capitais pelo mundo.

Clique aqui para se cadastrar.

  • Revolut
  • Transferwise Crossborder
  • Monzo
  • N26
  • Bunq
  • Starling Bank
  • Curve
  • Azlo
  • Monese
  • Tomorrow One
  • Holvi
notebook, caneca, lápis em cima de mesa de trabalho de nômade digital

Sites úteis para viajantes

Outros sites de interesse para nômades digitais e viajantes:

  • Internations: Assim como o ASW (no entanto, menos luxuoso), ele foca em expatriados que vivem pelo mundo. Seus “embaixadores” regionais organizam a cada mês eventos para os membros em diversas cidades participantes.
  • CouchSurfing: uma rede social de mochileiros, que permite que você conheça gente gente do mundo do todo, ainda que este não for seu estilo. O App oferece uma função de Hangouts, na qual você pode chegar em uma cidade, mostrar-se disponível, e  encontrar outros “mochileiros” que estejam naquela cidade.
  • MeetUp: Aqui o foco dele é fazer com que as pessoas se encontrem e façam algo em comum, seja praticar yoga em algum parque, provar comidas em um restaurante, conversar sobre tecnologia em um happy hour, são inúmeras as opções, e os eventos geralmente são gratuitos.
  • InnerCircle: uma espécie de rede social para viajantes, porém, com foco em encontros  amorosos. Você precisa ser convidado a participar e boa parte dos membros são estrangeiros.

Nossa experiência como nômades digitais 

Se você chegou aqui, deve estar considerando realmente levar a vida como nômade digital, correto?

Antes de partir, aqui vai um pouco da nossa experiência para ajudar você a refletir.

Estamos na estrada desde 2012. 

Começamos exatamente pelo mesmo motivo da maioria: uma vontade de ser livre, ter uma vida mais excitante, aproveitar melhor a vida.

E realmente, encontramos nesse estilo de vida exatamente o que procurávamos, mas diferente do que muita gente pensa, não são só maravilhas. 

É uma vida de altos e baixos: já teve vez em que moramos numa caixa, só com uma cama, e em outra tivemos o privilégio de ter uma casa com piscina que dava de frente ao pôr do sol. Você precisa estar preparado para lidar com tudo, do luxo ao simples.

Não é uma vida para quem quer trabalhar menos, pelo contrário,quase sempre trabalhamos muito mais do que se estivéssemos em um escritório. Então, é necessário ter muita disciplina e um bom autogerenciamento.

estátua de elefante

E, no final das contas, também é feita de muita correria, ansiedade, e de desafios que qualquer pessoa com um estilo de vida mais convencional já enfrenta.

Ela não é sinônimo de felicidade limitada, se é isso que você está procurando…Nenhum estilo de vida é.

Mas é o que mais se aproxima do nosso propósito de vida, ela nos permite viver aventuras, experimentar a liberdade, e conhecer novos lugares, justamente o que procurávamos. E não trocaríamos esse estilo de vida por nada.

Até hoje, já visitamos Oceania, Europa, Ásia, África e América e conhecemos mais de 50 países. 

E o nosso trabalho também foi produtivo: criamos e produzimos 5 temporadas da série de TV “Melhores Momentos da Vida” e vídeos promocionais para marcas renomadas em todo o mundo.

Por isso, se você tem vontade de se tornar um nômade digital, acredite no seu sonho, faça um planejamento, tome uma dose de coragem, leia e releia as dicas que passamos aqui, e vá em frente.

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Como juntar dinheiro para viajar: 24 dicas para realizar seu sonho

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