11/09/2025 Bárbara Rocha Alcantelado
A Eslovênia é um dos países mais bonitos da Europa, reunindo em um território pequeno lagos cristalinos, montanhas dos Alpes Julianos, cavernas impressionantes e cidades medievais cheias de charme. Um destino que combina aventura e tranquilidade, ideal tanto para quem gosta de natureza quanto para quem prefere explorar centros históricos e boa gastronomia.
Viajamos por quase um mês pelo país e cada parada surpreendeu. Em Bled, o cenário parecia uma pintura; no Vale do Soča, a água turquesa deixou a gente sem palavras; e até cidades menores, como Piran e Begunje, mostraram o lado mais acolhedor da vida local. A expectativa era alta e ainda assim a Eslovênia conseguiu superar.
Como as distâncias são curtas, você pode usar Ljubljana ou Bled como base para bate-voltas, ou montar um roteiro parando em cada cidade para aproveitar tudo com calma. Neste guia, reunimos tudo que vivemos, as principais dicas do que fazer na Eslovênia, com passeios, experiências e opções de hospedagem que realmente valem a pena.
1. Ljubljana
Ljubljana foi uma das cidades que mais nos surpreendeu na Eslovênia. Quando chegamos, já estávamos viajando pela Europa há alguns anos e, em muitos lugares, as cidades históricas começavam a parecer parecidas demais. Achávamos que sentiríamos o mesmo em Ljubljana, mas não foi o caso.
A capital eslovena tem um charme único: ruas coloridas, cafés à beira do rio, dragões espalhados pela cidade e muita arte de rua. O centro histórico, hoje fechado para carros, é perfeito para explorar a pé ou de bicicleta. Sem falar que, em 2016, Ljubljana foi eleita Capital Verde da Europa pelas transformações sustentáveis que realizou em pouco tempo.
Nossa dica é passar pelo menos dois dias por aqui. Dá para ver o essencial em um, mas com mais tempo você curte a vibe tranquila da cidade e ainda usa Ljubljana como base para bate-voltas ao Lago Bled, Lago Bohinj e Castelo Predjama.
O que fazer em Ljubljana
Praça Prešeren: sempre movimentada e cercada por pontos históricos.
Parque Tivoli: área verde gigante com exposições fotográficas ao ar livre.
Mercado Central: perfeito para provar comidas típicas e produtos locais.
Bairro Metelkova: com murais de arte urbana, shows e festas alternativas.
Free Walking Tour: passeio de 2 horas pelos principais pontos turísticos.
Castelo de Ljubljana: no alto da colina, com vista panorâmica da cidade.
Pontes históricas: como Triple Bridge, Dragon Bridge e Cobbler’s Bridge.
Onde ficar em Ljubljana
Nós ficamos no Art Hotel, um hotel boutique charmoso, super bem localizado (a 350 metros da Praça de Prešern e do centro histórico de Ljubljana). Conta com uma decoração moderna, uma equipe bastante simpática, quartos confortáveis e um bom café na área externa para passar um tempinho ao ar livre e conhecer outros viajantes.
2. Bled
Bled é o destino mais visitado da Eslovênia e não é difícil entender o porquê. O cenário parece saído de um conto de fadas: um lago glacial cercado por montanhas, um castelo medieval no alto de um penhasco e, bem no meio das águas, uma pequena ilha com uma igreja charmosa.
Quando fomos, fizemos tanto a travessia de barco até a ilha (€14,00, só a ida é cobrada) quanto a volta caminhando em torno do lago. Cada ângulo parecia uma pintura. Apesar do Lago Bled ser a atração principal, foi do Castelo de Bled, lá do alto, que tivemos a vista mais impressionante da viagem.
Se sua ideia for apenas conhecer o lago, reserve ao menos um dia inteiro. Mas, se tiver tempo, recomendo ficar dois ou três dias para explorar também as trilhas, atividades de aventura e restaurantes da cidade.
O que fazer em Bled
Lago Bled: cartão-postal da Eslovênia, com águas verdes e vistas que mudam a cada estação.
Ilha de Bled: chegue de barquinho e visite a igreja e o museu que ficam por lá.
Castelo de Bled: do século 11, com torres, muralhas e uma das vistas mais lindas da Europa.
Trilha Ojstrica: caminhada de 30 minutos até o mirante clássico para fotos de Bled.
Straza Bled: parque que oferece tobogã de montanha no verão e pistas de esqui no inverno.
Passeio de caiaque subterrâneo: aventura em minas abandonadas, com galerias a 95 metros de profundidade.
Rafting e tirolesa no rio Sava: opção para quem busca adrenalina, com dois cabos de 250 metros sobrevoando o rio.
Onde ficar em Bled
Em Bled, ficamos hospedados por 3 dias no Garden Village Bled, um resort maravilhoso que adota práticas sustentáveis e tem uma localização excelente, a poucos metros do lago. Lá, tivemos nossa primeira experiência de glamping (uma combinação de “glamoroso” e “camping”) e simplesmente amamos.
As opções de hospedagem vão de casas na árvore a tendas com banheira de hidromassagem de madeira e apartamentos de luxo. Além disso, o resort conta com uma piscina de água de nascente, sauna entre as árvores, um bar de praia sob a copa das árvores e até um restaurante atravessado por um rio — uma experiência única do início ao fim.
3. Lago Bohinj
Depois de visitar o Lago Bled, seguimos para o Lago Bohinj, que costuma ser chamado de “primo menos famoso” do Bled — mas, sinceramente, não deixa nada a desejar. Pelo contrário: achamos o Bohinj ainda mais selvagem, menos habitado e, de certa forma, até mais bonito.
Muita gente que faz excursões rápidas para o Bled acaba nem chegando perto do Bohinj, e isso é uma pena. O lago tem uma atmosfera tranquila, perfeita para quem quer fugir das áreas mais turísticas.
Só de ficar admirando a paisagem já vale a visita, mas se tiver tempo, explore com calma. Há uma trilha de 12 km ao redor do lago que passa por cachoeiras escondidas no meio da floresta. Quem preferir pode encurtar o caminho fazendo parte do trajeto de barco até a aldeia.
No verão, vimos pessoas nadando, remando de caiaque ou simplesmente curtindo a beira do lago como se fosse uma praia. Só que aqui a coragem precisa ser maior: a água é bem gelada! Além disso, os arredores oferecem diversas trilhas e atividades em meio a uma natureza impressionante.
O melhor? O Lago Bohinj pode ser visitado em um bate-volta a partir do Lago Bled (22 km), Ljubljana (76 km) ou Kranjska Gora (60 km). Se quiser passar a noite por lá, recomendamos o Hotel Majerca, que fica pertinho do lago. Os quartos têm vista para as montanhas, o café da manhã é muito elogiado e ainda há estacionamento gratuito. Uma opção charmosa para quem deseja desacelerar e aproveitar o lugar sem pressa.
4. Begunje na Gorenjskem
Saindo da região do Lago Bled e do Lago Bohinj, seguimos para Begunje na Gorenjskem, uma cidadezinha rural com clima de interior, perfeita para quem quer viver uma Eslovênia mais autêntica, longe da rota turística.
Aqui a experiência foi completamente diferente: nada de multidões, apenas ruas tranquilas, uma igrejinha charmosa, um pequeno cemitério, restaurantes familiares com bons preços, casas sem portão e quintais cheios de árvores frutíferas, galinhas e ovelhas. Foi como mergulhar em um cotidiano simples e acolhedor, daqueles que fazem a viagem ficar ainda mais especial.
O que fazer em Begunje na Gorenjskem
Museu Talcev: espaço dedicado à memória da Segunda Guerra Mundial.
Museu Avsenik: conta a história da famosa banda eslovena de música folclórica.
Elan Alpine Ski: museu dedicado à marca eslovena de esquis, que revolucionou o esporte.
Andar pela vila: a melhor forma de aproveitar Begunje é caminhar sem pressa e observar a vida local.
Onde ficar em Begunje na Gorenjskem
Nossa dica é o Apartment Murka, uma acomodação perto da montanha em lugar muito tranquilo e lindo!
Há estacionamento gratuito, quarto para até 4 pessoas, cozinha com tudo que você precisa e os anfitriões são super simpáticos! Ela é ideal para quem quer se sentir como um morador local ou ter uns dias de sossego.
5. Vintgar Gorge
O Vintgar Gorge foi um dos lugares mais impressionantes que visitamos na Eslovênia e merece estar em qualquer roteiro pelo país. Trata-se de um cânion que acompanha o rio Radovna por cerca de 1,6 km, formando águas de um verde inacreditável, digno de cartão-postal.
Chegar até lá é simples: de carro, são apenas 15 minutos a partir de Bled por uma estradinha estreita. Depois, a visita acontece por meio de uma trilha de aproximadamente 1h30 feita em passarelas de madeira coladas às paredes rochosas, permitindo caminhar lado a lado com o rio e admirar quedas d’água, corredeiras e paisagens surreais.
Ingressos: adultos pagam €9, estudantes €4 e crianças até 15 anos €3.
Estrutura: há estacionamento gratuito no local.
Dica: chegue cedo, de preferência na abertura, para evitar as multidões. Para conferir valores atualizados e horários de funcionamento, acesse o site do Vintgar Gorge.
Se não estiver de carro, também é possível visitar de bicicleta elétrica saindo de Bled. O aluguel inclui capacete, fechadura, garrafa de água, mapa e até um bolo de creme em uma confeitaria local, deixando a experiência ainda mais especial.
6. Vale do Soca (Soca valley)
O Vale do Soča, que se estende do Parque Nacional de Triglav até Nova Gorica, é um dos cenários naturais mais incríveis da Eslovênia. O rio de cor turquesa cristalina parece pintado à mão e acompanha todo o vale, criando um ambiente perfeito para esportes de aventura como rafting, trilhas e canyoing.
A região de Bovec e Kobarid é o ponto de partida para a maioria das atividades, mas mesmo sem praticar esportes radicais, vale visitar apenas para admirar as paisagens que já serviram até de cenário para o filme As Crônicas de Nárnia.
Passeios no Vale do Soca
Rafting no rio Soča: uma experiência cheia de adrenalina e paisagens incríveis, guiada por instrutores locais.
Excursão de um dia: saindo de Ljubljana ou Bled, é possível incluir o rio Soča, o Museu de Kobarid, o Passo Vršič e a Cachoeira Kozjak no mesmo passeio.
Onde ficar no Vale do Soca / Bovec
Nós ficamos hospedados no Adrenaline Ckeck, um camping/glamping em Bovec, a apenas 1,7 km da Cachoeira Boka (a mais alta da Eslovênia). O lugar tem uma energia única, perfeito para quem busca contato com a natureza e uma pausa do ritmo acelerado.
As acomodações variam de barracas simples a glampings confortáveis, e o camping organiza jantares típicos ao redor da fogueira, ótimos para trocar experiências com outros viajantes. Foi lá que fizemos muitas amizades e vivemos uma das estadias mais memoráveis da viagem.
Se quiser se conectar de verdade com a natureza eslovena, esse é o lugar. Acordar com o canto dos pássaros, ter a floresta como cenário e ainda estar a poucos minutos do Parque Nacional Triglav é uma experiência que vale cada segundo.
7. Caverna Postojna
Depois do Vale do Soča, seguimos cerca de 2 horas de carro (126 km) até a Caverna Postojna, uma das atrações mais famosas da Eslovênia, que chega a receber quase um milhão de visitantes por ano.
Com seus 24 km de extensão — dos quais apenas 5 km estão abertos ao público —, o passeio impressiona com as formações rochosas que parecem verdadeiras esculturas da natureza, repletas de estalactites e estalagmites.
O tour começa com um trajeto de trenzinho elétrico que percorre parte da caverna e já deixa o clima de descoberta ainda mais divertido. Depois, a visita segue a pé, guiada por especialistas que explicam a história geológica e curiosidades sobre o lugar.
É uma experiência diferente de tudo o que vimos em outros países e vale muito a pena incluir no roteiro pela Eslovênia.
8. Castelo de Predjama
A apenas 10 km da Caverna Postojna está o impressionante Castelo de Predjama, um dos cartões-postais da Eslovênia. Incrustado em um penhasco de 123 metros de altura, ele parece ter saído direto de um conto de fadas.
O grande diferencial é justamente sua localização: a construção medieval se integra de forma perfeita à rocha, escondendo passagens secretas que levam a um sistema de cavernas. À primeira vista, chega a parecer que o castelo foi esculpido artificialmente na montanha.
Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, o Castelo de Predjama é uma visita imperdível para quem se interessa por história e arquitetura, mas também para quem busca cenários únicos e impressionantes.
Nossa dica é alugar um carro com a RentCars para visitar tanto o castelo quanto a Caverna Postojna no mesmo dia. A viagem é curta e o trajeto super tranquilo.
Onde ficar em Predjama
Nós ficamos hospedados uma noite no ECO Hotel Center, uma ótima base para visitar com calma tanto a Caverna Postojna quanto o Castelo de Predjama. O hotel fica a apenas 10 minutos a pé da entrada da caverna e oferece estacionamento gratuito.
9. Haras Lipica
Depois do Castelo de Predjama, seguimos para o Haras Lipica, um dos lugares mais encantadores que visitamos na Eslovênia. Localizado bem próximo da fronteira com a Itália, ele é conhecido por abrigar mais de 300 cavalos da raça Lipizzan, além de ser considerado um dos monumentos históricos e culturais mais importantes do país.
O haras foi fundado em 1580 para fornecer cavalos à corte imperial de Viena e, até hoje, é um dos mais antigos e renomados centros de criação da Europa. Além do valor histórico, o lugar impressiona pela beleza: extensas áreas verdes, estábulos bem cuidados e a oportunidade de ver os cavalos soltos pastando tornam a experiência inesquecível.
Durante a visita, descobrimos uma curiosidade que nos marcou: os Lipizzaners nascem pretos e vão clareando até se tornarem totalmente brancos na idade adulta.
Nós fizemos o tour guiado (pagamos €16 na época) e foi uma experiência incrível. Para conferir os valores atualizados e a programação completa, recomendo acessar o site oficial do Haras Lipica.
Se tiver tempo, reserve algumas horas para aproveitar com calma a propriedade e observar os cavalos — é um passeio que transmite muita tranquilidade.
10. Koper
Incluímos Koper no nosso roteiro pela Eslovênia e valeu muito a pena. Essa cidade portuária, localizada na divisa com Trieste (Itália), é o principal porto do país e recebe turistas durante todo o ano, especialmente os que chegam em cruzeiros.
Apesar de ter essa importância econômica, Koper mantém um ritmo tranquilo e charmoso, perfeito para quem busca sossego e privacidade. O que mais nos encantou foi a combinação de mar e montanha, a arquitetura que mistura estilos romano, gótico e renascentista, além da riqueza histórica que aparece em cada rua. Uma dica é subir na torre do sino para ter a melhor vista da cidade.
Como Koper é pequena e fica bem perto de Piran, dá para visitar os dois destinos no mesmo dia. Mas, se tiver pouco tempo, nossa sugestão é priorizar Piran.
O que fazer em Koper
Catedral de Assunção: construída no século XII, guarda um dos sinos mais antigos da Eslovênia, datado de 1333.
Palácio Pretório (Praetorian Palace): edifício gótico veneziano do século XV que já foi sede do poder civil da República de Veneza.
Tour de meio dia pelas aldeias e tradições: passeio que parte de Koper e leva a lugares como o Castelo de Socerb, a Vila Hrastovlje e a Marezige, incluindo degustação de vinhos, azeites e comidas típicas.
Onde ficar em Koper
Localizado em frente ao mar, o Hotel Grande Koper, além de ter uma linda vista, tem uma ótima localização para quem quer descobrir essa pequena cidade, já que está em seu centro histórico. Ele conta com quartos espaçosos e confortáveis e um serve um café da manhã delicioso!
11. Piran
Depois de Koper, seguimos para Piran, e foi impossível não se encantar. Essa cidadezinha colorida, entre a Croácia e a Itália, fica às margens do mar Adriático e é cercada em três lados por um azul-turquesa de tirar o fôlego.
Adoramos andar sem pressa pelas ruas estreitas, provar frutos do mar fresquinhos em restaurantes locais e percorrer as muralhas medievais que oferecem vistas espetaculares. O clima tranquilo da cidade, somado à sua beleza histórica, faz dela um dos destinos mais charmosos da Eslovênia.
O melhor é que Piran fica a apenas 1h30 de Ljubljana, o que facilita muito incluí-la até em roteiros mais curtos. Também é uma excelente base para explorar o restante da Ístria. Você pode conhecê-la por conta própria, mas quem quiser mergulhar mais na história pode optar por um tour guiado com moradores locais.
O que fazer em Piran
Passear pelo porto de Piran: perfeito para uma caminhada à beira-mar, observando barcos e curtindo cafés aconchegantes.
Visitar a Praça Tartini: principal praça da cidade, onde acontecem eventos e apresentações durante o verão.
Igreja de São Jorge: construída em 1608, tem vista privilegiada da praia e muito significado histórico.
Subir na torre do sino: são 146 degraus que recompensam com uma vista de 360° para Piran, Itália e Croácia.
Explorar o Mosteiro de São Francisco: com coleção de literatura musical do século XV e obras de artistas venezianos na Pinacoteca.
Onde ficar em Piran
À beira-mar, o Hotel Fiesa é uma opção charmosa e acolhedora. Ideal para quem gosta de caminhar na orla ou viaja de carro, já que o hotel oferece estacionamento gratuito. Quartos aconchegantes e equipe simpática completam a experiência.
12. Kranjska Gora
Kranjska Gora, destino imperdível para quem curte natureza e esportes ao ar livre. Localizada no noroeste do país, entre as montanhas Karavanke e os Alpes Julianos, a cidade é famosa por abrigar a estação de esqui mais conhecida da Eslovênia.
No inverno, é palco de competições internacionais de esqui, mas engana-se quem pensa que Kranjska Gora só vale a pena nessa estação. No verão, a região se transforma em um cenário perfeito para trilhas, passeios de bicicleta, caminhadas até lagos alpinos e até momentos de puro relaxamento, cercado por paisagens deslumbrantes.
É possível visitá-la em um bate-volta, mas se a ideia for economizar, vale considerar passar a noite por aqui, já que as hospedagens costumam ser mais acessíveis do que em cidades vizinhas. Outra opção prática é reservar o tour “Ljubljana: Kranjska Gora e os Alpes”, que inclui guia em inglês e visitas ao Lago Jasna, ao Lago Zelenci e ao museu etnográfico Liznjek House.
O que fazer em Kranjska Gora
Lago Jasna: a apenas 2 km da cidade, é um lago alpino lindíssimo e super fotogênico.
Explorar o centro e o Alpine Village: um vilarejo encantador, cheio de lojinhas e barraquinhas de souvenirs e comidas típicas.
Igreja Central de Kranjska Gora: pequena, charmosa e cercada de montanhas.
Trilha até as cachoeiras Martuljek: caminho incrível com várias quedas-d’água. Leva 30 minutos até a primeira e 1h30 até a mais alta.
Onde ficar em Kranjska Gora
Cercado pelas montanhas, o Garni Hotel Miklič é perfeito para quem quer se hospedar em um ambiente acolhedor, com vista incrível todos os dias. Fica ao lado de uma pista de esqui e é ótima base para explorar os Alpes Julianos.
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Desde 2012, quando começamos nossas andanças pelo mundo, não foram todos os lugares que nos deixaram um gosto de “quero mais” e a certeza de que vamos voltar em breve, mas a Eslovênia certamente é um deles!
O país ganhou nosso coração e nos impactou de uma forma muito especial, assim como já havia acontecido na Nova Zelândia e por motivos parecidos (natureza, tranquilidade, comida, pessoas, bons exemplos, organização!).
Queremos voltar e passar muito mais tempo explorando a Eslovênia, fazendo muitas trilhas, e de preferência antes que todo mundo descubra o quanto esse destino é incrível.
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