Guia da China: Quando ir, o que fazer e onde ficar

Durante um dia de sol, paisagem da montanhas com muralha da china no meio e árvores laranjas ao redor
28/06/2025 Por Bárbara Rocha Alcantelado

Guia de viagem para a China

Se você quer saber o que fazer na China, a primeira coisa que precisa entender é que o país não foi feito para turistas confortáveis.

Tudo é grande, intenso e às vezes meio caótico — mas é exatamente isso que torna a viagem inesquecível.

A China não é para quem quer encontrar versões bonitinhas da cultura asiática. É pra quem topa encarar uma muralha de verdade, atravessar multidões em Shanghai e provar comidas que você talvez só descubra o que eram depois de ter comido.

Pequim é história na veia — Muralha da China, Cidade Proibida e uma aula prática de como a civilização pode ser milenar e agitada ao mesmo tempo.

Shanghai é neon, arranha-céu e futuro, tudo misturado com tradição chinesa embaixo da superfície.

Chengdu é onde você vai ver pandas (e onde sua língua vai pedir arrego por causa da pimenta de Sichuan).

A China é intensa, imprevisível, fascinante — e muito mais fácil de aproveitar se você chegar sabendo o que te espera.

Neste guia de viagem para a China, eu te conto o que realmente vale a pena ver, como montar seu roteiro sem se enrolar e como sair de lá com boas histórias — não só com fotos da Muralha.

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Em um dia de sol, paisagem da muralha da China vista de uma janela de pedra, com árvores ao redor
Viajar pela China é encarar o caos, a grandiosidade e a intensidade de um país que mistura tradição milenar com modernidade vibrante. (Foto de Robert Nyman na Unsplash)

Posts sobre a China

Informações rápidas sobre a China

  • Melhor época para visitar: Abril a junho ou setembro a outubro, quando o clima é mais ameno e as cidades menos lotadas. Evite a Golden Week (início de outubro).
  • Brasileiros precisam de visto? Sim, é obrigatório. O processo deve ser feito com antecedência no Consulado da China no Brasil. Sem ele, nem adianta sonhar com a vista do The Bund. 
  • Vacinas obrigatórias: Nenhuma exigência específica, mas é sempre bom conferir as regras atualizadas no site da Anvisa ou da OMS antes da viagem.
  • Idioma: Mandarim. Inglês básico só em hotéis e pontos turísticos. Fora disso, gestos e aplicativos de tradução vão ser seus melhores amigos.
  • Tomada: Tipos A, C e I (220V). Leve um adaptador universal — você pode conferir o padrão de tomadas no site Power Plugs and Sockets.
  • Fuso horário: GMT+8 (11 horas a mais que Brasília). Jet lag vem no pacote.
  • Principais atrações da China: Grande Muralha, Cidade Proibida, Exército de Terracota, The Bund em Xangai, pandas em Chengdu, Guilin e os mercados que desafiam seu conceito de “gastronomia”.
  • Internet e apps: Google, WhatsApp, Instagram e várias redes sociais são bloqueadas. Baixe uma VPN confiável antes de embarcar ou aproveite o detox digital forçado. Não esqueça de instalar o WeChat e o Alipay, já que até pra pagar água você vai precisar deles. ➡️ Melhores VPNs para usar na China

O que fazer na China: 10 atrações que valem a pena visitar

Em um dia de sol, muralha da china com árvores ao redor e montanhas atrás
Da Muralha da China às montanhas de Avatar, esse roteiro passa por paisagens surreais, cidades vibrantes e experiências culturais inesquecíveis — incluindo pandas, palácios e pratos apimentados. (Foto de Bruce Röttgers na Unsplash)
  1. A Grande Muralha da China (perto de Pequim)
    Não tem como falar de China sem mencionar a muralha. A gente visitou o trecho de Mutianyu, que é menos lotado que Badaling e tem uma vista incrível. Dá pra subir de teleférico e descer de tobogã — foi mais divertido do que eu esperava.
  2. Cidade Proibida, em Pequim
    O antigo palácio imperial é enorme e cheio de história. Reserve pelo menos meio dia pra explorar com calma. Achei o áudio-guia essencial pra entender melhor o que estava vendo, porque o lugar é tão grande que você se perde fácil.
  3. Exército de Terracota, em Xi’an
    Milhares de soldados de argila em tamanho real, cada um com feições diferentes. É impressionante ver de perto. A visita é rápida, mas vale cada minuto — fomos pela manhã e pegamos menos movimento.
  4. Passear pelo The Bund, em Xangai
    A orla mais famosa da China, com vista pros arranha-céus de Pudong. Já falei antes, mas reforço: ir à noite, com tudo iluminado, faz diferença. É turístico, mas impossível de ignorar.
  5. Explorar Zhangjiajie (as montanhas do Avatar)
    As formações rochosas que inspiraram o filme Avatar são surrealistas. As trilhas e as passarelas de vidro dão aquele friozinho na barriga. Foi um dos lugares mais impressionantes que já vi na China — natureza em estado bruto.
  6. Cruzeiro pelo Rio Li, em Guilin
    O passeio entre Guilin e Yangshuo passa por montanhas cársticas que parecem pintura chinesa. A gente fez o cruzeiro e depois alugou bike em Yangshuo pra explorar os campos — uma das partes mais tranquilas da viagem.
  7. Chengdu e o Centro de Conservação dos Pandas
    Ver pandas gigantes de perto é obrigatório se passar por Chengdu. Fomos cedo, porque eles são mais ativos de manhã. Além disso, a cidade tem uma cena gastronômica famosa pela comida apimentada.
  8. Passear pela cidade antiga de Lijiang
    Um labirinto de ruas de pedra, canais e casas tradicionais. Achei bem turística, mas ainda assim charmosa, especialmente à noite quando as lanternas se acendem.
  9. Visitar o Leshan Giant Buddha
    O maior Buda de pedra do mundo, esculpido em um penhasco. Dá pra ver por terra ou fazer um passeio de barco. A gente optou pelo barco e achei que a vista de longe foi a melhor forma de ter noção do tamanho da estátua.
  10. Provar a culinária chinesa de verdade
    Esqueça o “China in Box”. Cada região tem sabores bem diferentes: dim sum em Cantão, pato laqueado em Pequim, noodles apimentados em Sichuan… A gente comeu muito bem (e barato) em mercados locais — só cuidado com as pimentas!

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Sugestão de roteiro pela China: para 7, 10 ou 15 dias

Durante uma noite nublada, cidade iluminada com luzes coloridas e mar na frente
A China é gigante, mas com um bom roteiro dá pra equilibrar história, modernidade e natureza sem correria. Em 7, 10 ou 15 dias, você pode ir de palácios imperiais a montanhas surreais, passando por pandas, mercados e paisagens que parecem pintura. (Foto de Li Yang na Unsplash)

A China é imensa — e não dá pra querer ver tudo de uma vez sem enlouquecer.

Mas com um pouco de planejamento, dá pra montar um roteiro que mistura história, modernidade e natureza, sem transformar a viagem numa maratona de aeroporto.

Se você tiver 7 dias: foque nas cidades grandes

  • Comece por Pequim (3 dias):
    Explore a Cidade Proibida e a Praça da Paz Celestial num dia, reserve outro dia inteiro para a Muralha da China (Mutianyu é o trecho mais tranquilo e bonito). No terceiro dia, se perca nos hutongs tradicionais e experimente a comida de rua — vá sem medo (só cuidado com a pimenta nos espetinhos).
  • Depois, voe para Xangai (3 dias):
    Mergulhe na modernidade chinesa na área de Pudong, caminhe pelo Bund à noite com a cidade iluminada e, se sobrar tempo, faça um bate-volta para Zhujiajiao, a “Veneza chinesa”, cheia de canais e arquitetura antiga.
  • Dia extra:
    Use para deslocamentos ou para encaixar algum parque temático como a Disneyland Shanghai, se for seu estilo.

Se você tiver 10 dias: adicione história antiga

Tudo acima, e mais:

  • Xi’an (2 dias):
    Voo rápido de Xangai para Xi’an.
    Veja o impressionante Exército de Terracota e aproveite para passear pelo Quarteirão Muçulmano, onde a comida de rua é imperdível (e o cheiro de espetinho vai te seguir pela cidade inteira).
  • Dia extra:
    Dá pra encaixar um passeio de bicicleta pela muralha da cidade antiga de Xi’an ou explorar templos e mercados menos turísticos.

Se você tiver 15 dias: expanda para a natureza

  • Tudo acima, e mais:
  • Guilin e Yangshuo (3 dias):
    Faça o cruzeiro pelo Rio Li (sério, parece uma pintura chinesa viva) e alugue uma bicicleta para pedalar entre os campos de arroz e vilarejos de Yangshuo. Natureza calma, pausinha no ritmo corrido da viagem.
  • Chengdu (2 dias):
    Visite o Centro de Conservação dos Pandas pela manhã (é quando eles estão acordados!) e aproveite a tarde para experimentar a comida apimentada de Sichuan no centro de Chengdu.

Dica: Se você quiser incluir Zhangjiajie (as montanhas de Avatar) ou o Vale de Jiuzhaigou, considere mais 2 ou 3 dias extras — os deslocamentos são longos e essas regiões merecem calma pra aproveitar.

Como chegar na China do Brasil?

Visão aérea das ruas com cidade e árvores ao redor
Chegar à China é uma jornada longa, com voos que exigem pelo menos uma conexão e duram entre 25 e 40 horas — prepare-se para escalas em hubs da Europa, EUA ou Oriente Médio. (Foto de Denys Nevozhai na Unsplash)

A China está localizada na Ásia, do outro lado do planeta, então prepare-se: a viagem é longa. 

Não há voos diretos do Brasil para a China, sendo necessário fazer pelo menos uma conexão — e, na maioria das vezes, duas.

As principais companhias que operam essa rota são Qatar Airways, Emirates, Turkish Airlines, Lufthansa, Air France, KLM, United, American Airlines e LATAM

As conexões mais comuns acontecem em cidades como Doha, Dubai, Istambul, Frankfurt, Paris, Amsterdã, Madri ou em hubs dos Estados Unidos, como Dallas e Los Angeles.

O tempo total de viagem varia entre 25 e 40 horas, dependendo do número de escalas e da cidade chinesa de destino, como Pequim (Beijing), Xangai (Shanghai), Guangzhou ou Hong Kong.

Dica: Atenção às regras de trânsito em países como os Estados Unidos ou na Europa, onde pode ser necessário visto ou autorização para conexões. Além disso, prefira voos com pelo menos 3 horas de

Chegada na China

Os principais aeroportos internacionais são:

  • Aeroporto Internacional de Pequim-Capital (PEK)
  • Aeroporto Internacional de Xangai-Pudong (PVG)
  • Aeroporto Internacional de Guangzhou-Baiyun (CAN)
  • Aeroporto Internacional de Hong Kong (HKG)

Todos contam com transporte eficiente, incluindo:

  • Metrô – Presente nas grandes cidades, é uma das formas mais rápidas e econômicas de sair do aeroporto.
  • Táxi – Disponível, mas é importante ter o endereço escrito em chinês
  • Ônibus aeroportuário – Opção econômica, com rotas para diversos pontos das cidades.
  • Aplicativos de transporte – Como o DiDi, o equivalente local do Uber.

Outras formas de chegar à China

  • Via outros países da Ásia: Quem já estiver viajando pelo continente pode chegar à China por voos regionais de empresas como China Eastern, China Southern, AirAsia e outras.
  • Trem: A partir de países vizinhos como a Rússia, Vietnã ou Mongólia, há rotas ferroviárias que levam à China, incluindo o famoso Trem Transiberiano.

Onde se hospedar na China: nossos guias por cidade

Durante a noite, rua com prédios iluminados e pessoas circulando
Escolher onde se hospedar na China faz toda a diferença — nas cidades imensas, um bairro mal escolhido vira perrengue certo. (Foto de Hyunwon Jang na Unsplash)

Escolher onde ficar na China não é só decidir entre hotel bonito ou preço baixo. Com cidades gigantescas, escolher o bairro certo pode ser a diferença entre explorar a cidade ou passar horas preso no metrô tentando chegar em algum lugar.

Cada cidade tem suas pegadinhas — tem lugar que o centro é turístico demais, tem lugar que é moderno, mas longe de tudo o que interessa.

Aqui estão nossos guias com as melhores áreas e dicas de hospedagem nas principais cidades da China, pra você evitar perrengues e acertar na escolha:

  • Onde ficar em Pequim (Beijing):  As melhores regiões pra ficar perto da Cidade Proibida, da Praça Tiananmen e das linhas de metrô, como Dongcheng e Chaoyang. E claro, dicas pra não acabar isolado em um bairro empresarial sem graça.
  • Onde ficar em Xangai: Bairros como The Bund e French Concession, que equilibram modernidade, história e acesso fácil às atrações. E como não se perder na imensidão da cidade mais cosmopolita da China.
  • Onde ficar em Hong Kong: Dicas de áreas como Tsim Sha Tsui e Central, pra quem quer vista, boa comida e transporte eficiente. Além de saber quando vale mais ficar na ilha ou em Kowloon.

Quando ir à China?

Em um dia nublado, com mercadinhos e pessoas com sombrinhas circulando
A melhor época pra visitar a China é na primavera ou no outono, quando o clima é agradável e ideal pra explorar sem perrengue. Evite o calorão do verão, o frio extremo do inverno e, principalmente, os feriadões chineses, que lotam tudo. (Foto de Nuno Alberto na Unsplash)

A melhor época pra visitar a China, no geral, é durante a primavera (abril a junho) e o outono (setembro a outubro). 

O clima é mais estável, com temperaturas variando entre 15°C e 25°C, perfeito pra não sofrer nem com calor absurdo, nem com frio cortante.

Ideal pra explorar desde as metrópoles como Pequim e Xangai até paisagens como a Muralha da China sem querer desistir no meio do caminho.

O verão (junho a agosto) traz calor intenso e umidade no leste e sul, com temperaturas passando fácil dos 35°C — além de chuva e riscos de tufões em regiões costeiras. 

Se for corajoso (ou econômico), dá pra aproveitar, mas vai suar por cada yuan economizado.

No inverno (novembro a março), o norte do país congela com temperaturas que podem cair abaixo de -20°C em lugares como Pequim ou Harbin (onde rola aquele famoso festival de esculturas de gelo, caso você curta congelar com estilo). 

Já no sul, o frio é mais ameno, mas ainda presente, com médias entre 5°C e 15°C.

Ah, e um aviso básico: fuja da Golden Week (primeira semana de outubro) e do Ano Novo Chinês (entre janeiro e fevereiro, dependendo do ano). 

Nessas datas, o país inteiro decide viajar ao mesmo tempo. É tipo Black Friday, só que com gente — muita gente — em todos os lugares.

Quando ir para China: estações, clima e experiência

Estação Meses Clima Experiência Geral
Primavera e Outono (Melhor Época Geral) Abril a Junho / Setembro a Outubro 🌤️ 15°C a 25°C. Ideal pra explorar cidades, paisagens e a Muralha sem extremos climáticos. ⭐⭐⭐⭐⭐
Verão (Alta Temporada com Calor Intenso) Junho a Agosto ☀️ Acima de 35°C e úmido. Chuva e riscos de tufões no sul e leste. ⭐⭐⭐
Inverno (Turismo de Frio e Neve) Novembro a Março ❄️ -20°C a 15°C. Norte congelante (bom pra ver neve e esculturas de gelo), sul mais ameno. ⭐⭐⭐
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Como é a comida na China?

mesa com gyosas servidos e molho do lado
A culinária chinesa autêntica é diversa, intensa e cheia de surpresas — bem diferente do que a gente conhece fora do país. Prepare-se pra saborear de dumplings a chás tradicionais, e, se tiver coragem, até um gole do potente baijiu. (Foto de Pooja Chaudhary na Unsplash)

A primeira coisa que você precisa saber é que a comida chinesa de verdade é bem diferente daquela que a gente costuma comer fora da China.

O país é enorme e cada região tem sabores próprios — às vezes muito diferentes entre si.

No norte, você vai ver muito trigo: pães, massas e dumplings recheados.

No sul, arroz domina, com pratos mais leves e muitos frutos do mar.

Os sabores são intensos. Pimenta, gengibre, molhos fermentados…

Às vezes o cardápio inclui ingredientes que podem surpreender: algas, frutos do mar exóticos, carne de cobra. Mas também tem muita comida incrível — dumplings, noodles frescos, ensopados — pratos que fazem a viagem valer a pena.

E pra beber?

Chá acompanha praticamente todas as refeições. Não importa a hora, não importa o lugar.

É mais que bebida — é parte da cultura. Você vai encontrar desde o chá verde mais simples até variedades envelhecidas como o pu’er, que têm gosto forte e encorpado.

Se quiser experimentar algo mais local ainda, tem o baijiu — o destilado tradicional.

É forte, bem alcoólico, e costuma ser servido em ocasiões especiais.

Vale provar, mas sabendo que não é uma bebida leve. A maioria dos visitantes bebe um copo e acha que já tá bom.

Dicas extras para sua viagem à China

Rua com prédios ao redor e pessoas circulando
Na China, pagamentos são quase todos via app — WeChat Pay ou Alipay são essenciais, assim como um eSIM local pra usar internet e apps. Leve papel higiênico na mochila, tenha endereços em chinês à mão. (Foto de Hanny Naibaho na Unsplash)
  • Pagamento: Se não quiser passar vergonha no caixa, baixe WeChat Pay ou Alipay antes da viagem e vincule seu cartão internacional. Fora dos grandes hotéis e lojas turísticas, cartões como Visa ou Mastercard quase nunca são aceitos. Se não conseguir, leve dinheiro vivo (e saque em caixas de bancos grandes como Bank of China ou ICBC).
  • Telefone e Internet: Esqueça roaming internacional. O melhor é comprar um eSIM ainda no Brasil ou uma SIM card local ao chegar (leve o passaporte, é obrigatório). Sem um número local, você nem consegue usar alguns wifis públicos.
  • Idioma: Pouca gente fala inglês. Tenha sempre endereços e nomes de hotéis escritos em chinês para mostrar aos taxistas. E baixe Google Tradutor offline ou use o app Pleco para emergências de comunicação.
  • Banheiros: Em áreas menos turísticas, espere encontrar banheiros de agachamento (squat toilet). Sempre leve papel higiênico na mochila — sério.
  • Fila? Que fila? Não estranhe se o pessoal te cortar nas filas de metrô, trem ou ônibus. Na dúvida: entre no modo “vou junto” e vá se enfiando com jeitinho.
  • Alta temporada é só para os fortes: Evite feriados nacionais como o Ano Novo Chinês (janeiro/fevereiro) e a Golden Week (primeira semana de outubro). Tudo fica lotado, caro e bagunçado.

Apps que vão salvar sua vida na China

Pra se virar bem na China em 2025, é essencial baixar alguns aplicativos antes de viajar. Aqui estão os que realmente fazem diferença:

  • ExpressVPN, NordVPN ou Surfshark: Essenciais pra acessar Google, Instagram e WhatsApp, que são bloqueados na China. Baixe e ative antes de chegar.
  • WeChat: O app mais importante da viagem. Além de conversar com todo mundo, você paga refeições, faz pedidos de comida, chama táxis (Didi) e até traduz cardápios com a câmera.
  • Alipay: Alternativa ao WeChat Pay para pagamentos. Dá pra vincular cartões internacionais e pagar praticamente tudo sem usar dinheiro.
  • Trip.com: Para reservar hotéis, voos e trens. Funciona melhor do que Booking e Airbnb na China.
  • Didi: O “Uber” da China. Você pode usar o app próprio ou pedir corridas direto pelo WeChat ou Alipay.
  • Baidu Maps: O substituto oficial do Google Maps. Mesmo que esteja em chinês, a navegação é super intuitiva.
  • Google Tradutor ou Waygo: Pra traduzir placas, cardápios e embalagens direto pela câmera — inclusive offline.
  • Xiaohongshu (Little Red Book): Para descobrir lugares locais, cafés, restaurantes e atrações menos óbvias — tipo uma mistura de Instagram com TripAdvisor.
  • Dianping: A melhor ferramenta para achar restaurantes incríveis, com fotos, avaliações reais e preços médios.
  • Meituan: Se bater preguiça, esse é o app pra pedir comida no hotel — o iFood dos chineses.

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