31/08/2025 Por Bárbara Rocha Alcantelado
Guia de viagem para o Camboja
Se você está pensando no que fazer no Camboja, prepare-se: ele vai te surpreender. Muita gente chega só com a imagem dos templos de Angkor Wat na cabeça — e volta falando que foi um dos países mais marcantes da vida.
Além das ruínas milenares, o que conquista é o jeito acolhedor de quem vive lá. E olha que eles têm um passado recente pesado: nos anos 70, o regime do Khmer Rouge deixou cicatrizes profundas. Mesmo assim, o país pulsa vida, sorriso e aquela vontade de receber bem quem chega.
Aqui você vai encontrar de tudo um pouco: vilarejos onde o tempo parece passar devagar, mercados cheios de cores e aromas, praias e ilhas pra descansar sem pressa e, claro, uma comida que é pura descoberta.
Viajar pro Camboja não precisa ser correria — com um pouquinho de planejamento, dá pra curtir cada canto, do nascer do sol em Angkor até uma cerveja gelada no fim de tarde em frente ao mar.
Neste guia, você vai ver quando ir, o que fazer, onde ficar e onde comer pra aproveitar o país no seu ritmo, de um jeito leve e seguro.
Informações rápidas sobre o Camboja
- Melhor época para ir: De novembro a março, durante a estação seca, com dias ensolarados e temperaturas mais amenas. De maio a outubro é a estação das chuvas — paisagens mais verdes, mas calor úmido e chuvas intensas no fim do dia.
- Precisa de visto? Sim. Brasileiros precisam de visto de turismo, que pode ser feito online (e-Visa) ou na chegada (visa on arrival) em aeroportos e fronteiras oficiais.
- Vacinas obrigatórias: Nenhuma exigência formal, mas é recomendado ter vacina contra febre amarela (com certificado) e se informar sobre proteção contra dengue e malária.
- Moeda: Riel cambojano (KHR), mas o dólar americano é amplamente aceito e usado para a maioria das transações.
- Idioma: Khmer. No setor turístico, muita gente fala inglês básico.
- Tomada: Tipo A, C e G. Voltagem 230 V. Adaptador universal ajuda bastante.
- Fuso horário: GMT+7 (10 horas à frente de Brasília).
- Principais atrações: Templos de Angkor (Siem Reap), capital Phnom Penh, ilhas como Koh Rong e Koh Rong Samloem, Campos de Killing Fields e paisagens rurais pelo interior.
- Clima e o que levar: Roupas leves e respiráveis, chapéu, protetor solar, repelente, capa de chuva na estação úmida e calçado confortável pra explorar templos e trilhas.
Como funcionam os passeios no Camboja?
O turismo no Camboja é bem flexível, mas quase todo mundo acaba fechando os passeios com agências locais, no próprio hotel ou em plataformas como GetYourGuide. Dá pra reservar com antecedência online ou deixar pra acertar já no destino — na maioria dos casos, até um dia antes funciona bem.
Em Siem Reap, a base pra explorar o incrível complexo de Angkor Wat, os tours são geralmente feitos de tuk-tuk, carro ou até bicicleta elétrica. Você pode contratar um guia só pra você ou entrar num grupo pequeno, que costuma ser mais em conta.
Os roteiros incluem desde o nascer do sol em Angkor até visitas a templos menos conhecidos.
Já em Phnom Penh, o foco é o lado histórico e cultural: Palácio Real, Museu Nacional e memoriais do período Khmer Vermelho. Aqui também dá pra combinar passeios guiados com deslocamentos de tuk-tuk por conta própria.
Para experiências mais naturais, como as ilhas Koh Rong e Koh Rong Samloem, ou o Parque Nacional Bokor, é melhor reservar transporte e passeios com mais antecedência, especialmente na alta temporada (novembro a março).
No geral, dá pra mesclar bem entre tours organizados e momentos por conta própria, aproveitando o ritmo tranquilo e a hospitalidade cambojana.
O que fazer no Camboja: 10 atrações que valem a pena visitar
- Explorar os templos de Angkor, em Siem Reap
O complexo é enorme e cheio de templos impressionantes, como o Angkor Wat e o Bayon, com suas torres esculpidas em rostos gigantes. Vale separar pelo menos dois dias e ir bem cedo pra pegar o nascer do sol. - Visitar Ta Prohm, o templo “abraçado” por árvores
Ficou famoso no filme Tomb Raider, mas na vida real é ainda mais incrível ver as raízes gigantes tomando conta das construções. É um dos lugares mais fotogênicos de Angkor. - Passear pelo mercado noturno de Siem Reap
Bom pra provar comida de rua, comprar lembranças e sentir o clima da cidade à noite. Tem desde artesanato até barracas de massagem. - Conhecer Phnom Penh e o Palácio Real
A capital é agitada, mas o Palácio Real e a Pagoda de Prata valem a visita. Dá pra fazer tudo a pé pela região central. - Refletir no Museu do Genocídio e nos Campos de Matança
Pesado, mas importante pra entender a história recente do país. As visitas são bem impactantes, então vá preparado. - Navegar pelo Lago Tonle Sap
Passeio de barco por vilas flutuantes, onde escolas, mercados e casas estão sobre a água. Melhor ir na época das cheias, quando o lago fica mais bonito. - Relaxar nas praias de Sihanoukville ou nas ilhas próximas
A cidade em si não tem muito charme, mas as ilhas como Koh Rong e Koh Rong Samloem têm praias lindas e tranquilas. - Ver o pôr do sol no Pre Rup ou Phnom Bakheng
Dentro do complexo de Angkor, esses dois templos são pontos clássicos pra assistir o fim do dia — mas chegue cedo pra conseguir lugar. - Provar pratos típicos como amok e lok lak
O amok é um peixe cozido no leite de coco e especiarias, servido em folhas de bananeira. O lok lak é carne salteada com molho levemente adocicado — os dois são fáceis de achar. - Fazer um curso rápido de culinária cambojana
Várias escolas em Siem Reap oferecem aulas curtas, onde você prepara pratos locais e depois aproveita a refeição. É um jeito divertido de mergulhar na cultura.
Sugestão de roteiro pelo Camboja: para 7, 10 ou 15 dias
O Camboja é compacto e fácil de combinar com outros destinos do Sudeste Asiático, mas já rende uma viagem por conta própria. Com um bom planejamento, dá pra encaixar templos, cidades históricas, vilarejos tranquilos e até praias, sem transformar a viagem numa maratona de deslocamentos.
Se você tiver 7 dias: foque nos clássicos:
- Comece por Siem Reap (4 dias):
Reserve dois dias para explorar Angkor. No primeiro, faça o circuito pequeno com o nascer do sol em Angkor Wat, depois Bayon e Ta Prohm. No segundo, o circuito grande, com templos mais afastados e menos movimentados. No terceiro dia, explore mercados locais e prove pratos como amok de peixe. No quarto, faça um bate-volta ao lago Tonlé Sap para conhecer aldeias flutuantes — vá de manhã, quando o clima é mais fresco. - Depois, siga para Phnom Penh (3 dias):
Visite o Palácio Real e a Silver Pagoda. Reserve meio dia para o Museu do Genocídio Tuol Sleng e os Killing Fields — são visitas fortes, mas essenciais para entender a história recente. No fim da tarde, caminhe pelo Riverside e escolha um restaurante local para jantar. - Dia extra:
Use para deslocamentos ou para encaixar algum parque temático como a Disneyland Shanghai, se for seu estilo.
Se você tiver 10 dias: adicione natureza e vida tranquila
Tudo acima, e mais:
- Kampot (3 dias):
Cidade pequena, ideal para desacelerar. Visite as plantações de pimenta e faça um passeio de barco pelo rio ao pôr do sol. Se quiser explorar mais, suba até Bokor Hill Station para ver ruínas coloniais e mirantes.
Se você tiver 15 dias: inclua praias e ilhas
- Tudo acima, e mais:
- Sihanoukville e Koh Rong (5 dias):
Use Sihanoukville como ponto de partida para as ilhas. Pegue a balsa para Koh Rong (mais animada e com festas) ou Koh Rong Samloem (mais calma e boa para descansar). Reserve pelo menos três noites para aproveitar com tranquilidade.
Como chegar ao Camboja?
O Camboja está no Sudeste Asiático e faz fronteira com Tailândia, Vietnã e Laos. O acesso é feito principalmente por via aérea ou terrestre a partir de países vizinhos.
De avião
O país tem três aeroportos internacionais:
- Phnom Penh (PNH) – capital, com voos de cidades como Bangkok, Kuala Lumpur, Cingapura e Ho Chi Minh.
- Siem Reap (REP) – principal porta de entrada para quem visita Angkor Wat.
- Sihanoukville (KOS) – litoral, com voos de cidades asiáticas próximas.
Não há voos diretos do Brasil, sendo necessário fazer conexões em hubs asiáticos como Bangkok, Doha, Dubai, Cingapura ou Kuala Lumpur.
Por terra
É possível entrar de ônibus ou van a partir da Tailândia, Vietnã ou Laos.
- Da Tailândia, a travessia mais comum é entre Bangkok e Siem Reap (via Poipet) ou Bangkok e Phnom Penh.
- Do Vietnã, há rotas entre Ho Chi Minh e Phnom Penh ou Ho Chi Minh e Siem Reap.
- Do Laos, a entrada costuma ser pelo nordeste do país, menos utilizada por turistas.
De barco
Alguns viajantes chegam a Siem Reap ou Phnom Penh por barco a partir do Vietnã, navegando pelo Rio Mekong. É uma forma mais lenta, mas bastante cênica.
Onde ficar no Camboja: melhores cidades-base e hotéis bem localizados
O Camboja é famoso por Angkor Wat, mas também oferece praias, ilhas e capital vibrante. Escolher a cidade-base certa evita deslocamentos longos.
Melhores cidades-base para se hospedar:
- Siem Reap: Porta de entrada para Angkor Wat e templos. Infraestrutura turística e vida noturna.
- Phnom Penh: Capital, mistura de história e vida urbana. Boa pra conhecer palácios, museus e mercados.
- Sihanoukville: Base pra praias e ilhas, como Koh Rong. Melhor pra quem quer clima de litoral.
- Battambang: Menos turística, com campos, templos e arte local.
5 hotéis bem localizados no Camboja, testados e aprovados:
- Jaya House River Park – Siem Reap: Boutique de luxo, perto dos templos e com serviço excepcional.
- Shinta Mani Shack – Siem Reap: Conforto, piscina e localização central.
- Plantation Urban Resort – Phnom Penh: Oasis urbano com piscina e jardim.
- Independence Hotel – Sihanoukville: Vista para o mar e praia privativa.
- Bambu Hotel – Battambang: Charmoso, com arquitetura colonial e clima tranquilo.
Quando ir ao Camboja?
A melhor época para visitar o Camboja é entre novembro e março, durante a estação seca. O clima fica mais ameno, com temperaturas entre 20°C e 30°C, céu limpo e menos umidade — perfeito pra explorar templos como Angkor Wat e passear por cidades como Phnom Penh e Siem Reap sem derreter.
De abril a maio, o calor sobe forte, passando dos 35°C, e a sensação de abafamento aumenta. É um período mais vazio, mas exige disposição.
De junho a outubro, vem a estação das monções. As chuvas são frequentes, principalmente à tarde, mas o campo fica verde e os rios cheios. Ótimo pra quem quer ver o país mais exuberante e não se incomoda com o clima instável.
Se quiser conforto pra explorar, vá na seca. Se quiser economia e natureza no auge, a época das chuvas também tem seu charme.
Como é a comida no Camboja?
Comer no Camboja é mergulhar num universo de sabores que misturam tradições ancestrais, influências dos vizinhos do Sudeste Asiático e um toque francês herdado do período colonial. É uma cozinha menos picante que a tailandesa e mais suave que a vietnamita, mas com identidade própria — equilibrando doce, salgado, ácido e umami de um jeito único.
O arroz está presente em praticamente todas as refeições, muitas vezes acompanhado por peixe de água doce do lago Tonle Sap. O amok é o prato mais famoso: creme de peixe cozido no vapor com leite de coco e kroeung (pasta de especiarias frescas), servido em folhas de bananeira.
Outra estrela é o lok lak — carne bovina ou frango salteado com molho de ostras e pimenta, servido com arroz e ovo frito.
Para quem gosta de sopa, a kuy teav é um caldo leve com noodles de arroz, ervas frescas e limão. Já o bai sach chrouk é o café da manhã clássico: arroz com carne de porco grelhada e vegetais em conserva.
Nas ruas, há espetinhos de carne e frutos do mar, nom banh chok (noodles de arroz com curry verde) e bancas de frutas tropicais como manga verde, rambutan e durian. Para os mais aventureiros, há grilos fritos, larvas e até tarântulas crocantes.
E pra beber?
O café gelado com leite condensado é popular, assim como o chá de jasmim e as cervejas locais Angkor e Cambodia Beer.
Em cidades como Siem Reap e Phnom Penh, mercados noturnos oferecem coquetéis com frutas frescas a preços tentadores.
Como se locomover no Camboja
Viajar pelo Camboja é barato e relativamente simples, mas é preciso se acostumar com a negociação de preços e com horários flexíveis. O transporte entre as principais cidades é bem estabelecido, especialmente para turistas, mas nas áreas rurais a frequência é menor.
Valores em dólar americano (USD), com equivalência aproximada em real (1 USD ≈ R$ 5,40)
Transporte público nas cidades
Apenas Phnom Penh tem uma rede de ônibus urbanos, com 17 linhas. É barato e simples de usar, mas sem muito conforto.
- Tarifa: US$ 0,40 (~R$ 2,15)
- Pagamento em dinheiro ao embarcar
- Nas outras cidades, o deslocamento é feito basicamente por tuk-tuk ou mototáxi
Táxi e motorista particular
Táxis custam de duas a três vezes mais que o transporte local e exigem negociação. Para não pagar acima do normal, peça uma estimativa no seu hotel antes de fechar.
- Motorista particular por um dia: US$ 15–20 (~R$ 81–108)
- Táxi compartilhado para longas distâncias é vantajoso para grupos de 3–4 pessoas
Tuk-tuk e mototáxi
Fáceis de encontrar nas cidades turísticas. Sempre combine o preço antes de entrar.
- Viagens curtas: até US$ 5 (~R$ 27) dependendo da distância
- Ideal para deslocamentos rápidos dentro da cidade
Ônibus e minivan
É a forma mais comum e barata de viajar entre cidades. O sistema turístico é bem organizado nas rotas mais procuradas.
Exemplos de preços:
- Siem Reap → Phnom Penh (6h): US$ 10 (~R$ 54)
- Phnom Penh → Sihanoukville (5h): a partir de US$ 9 (~R$ 48,60)
- Siem Reap → Sihanoukville (10h): US$ 17 (~R$ 91,80)
- Siem Reap → Bangkok (9h): US$ 20 (~R$ 108)
Pesquise rotas e preços no BusBud.
Trem
Ainda pouco usado e lento, com poucas linhas ativas.
- Phnom Penh ↔ Sihanoukville (com parada em Kampot): US$ 5–7 (~R$ 27–38)
- Phnom Penh ↔ Poipet: US$ 5–7 (~R$ 27–38)
Os trens são antigos e mais lentos que o ônibus, mas podem interessar a quem gosta de viajar sobre trilhos.
Barco
Opção mais cênica do que prática, especialmente na época das cheias, quando o nível da água é alto.
- Siem Reap ↔ Phnom Penh (6h): US$ 20–35 (~R$ 108–189)
- Siem Reap ↔ Battambang: US$ 30 (~R$ 162)
Voos domésticos
Poucas rotas e horários limitados. Principal companhia: Cambodia Angkor Air.
- Sihanoukville → Siem Reap (1h): a partir de US$ 95 (~R$ 513)
- Siem Reap → Phnom Penh (45 min): a partir de US$ 55 (~R$ 297)
Os preços sobem bastante em reservas de última hora.
Aluguel de carro
Não é recomendado: estradas ruins, trânsito caótico e alto risco de acidentes.
Resumo rápido:
- Dentro das cidades: tuk-tuk ou mototáxi, negociando antes.
- Entre cidades turísticas: ônibus ou minivan.
- Viagem lenta, mas com vista: barco.
- Pouco tempo e bolso folgado: voo doméstico.
Quanto custa viajar para o Camboja?
O Camboja usa o dólar americano como moeda principal, então você praticamente não precisa se preocupar em trocar para o riel cambojano (KHR), a menos que seja para pagar valores bem pequenos, como em feiras ou barraquinhas. No interior, é comum receber troco em riel, mas no dia a dia o USD resolve quase tudo.
Estimativa de gastos por dia:
- Mochileiro (~US$ 50/dia | ~R$ 270): cama em hostel, refeições de rua, transporte público e atividades gratuitas ou bem baratas. Se for sair à noite, considere +US$ 10–20 (~R$ 54–108) por dia.
- Intermediário (~US$ 100/dia | ~R$ 540): quarto privativo em hostel ou hotel econômico, refeições fora com mais frequência e passeios pagos.
- Conforto (~US$ 300+/dia | ~R$ 1.620+): hotéis de luxo, spas, tours privados e transporte particular.
Custos médios por categoria:
Hospedagem:
- Cama em dormitório de hostel: US$ 6–9 (~R$ 32–49)
- Quarto privativo em hostel: US$ 15–20 (~R$ 81–108)
- Hotel econômico: US$ 15–35 (~R$ 81–189)
- Hotel de luxo: a partir de US$ 75 (~R$ 405)
- Airbnb (quarto): US$ 10–20 (~R$ 54–108)
- Airbnb (apartamento): US$ 20–35 (~R$ 108–189)
Durante a alta temporada (novembro a abril), espere preços até 20% mais altos.
Comida:
- Comida de rua: US$ 1–3 (~R$ 5–16)
- Restaurante simples: US$ 3–5 (~R$ 16–27)
- Restaurante ocidental: US$ 5–10 (~R$ 27–54)
- Sushi: ~US$ 30 (~R$ 162)
- Cerveja: US$ 1–3 (~R$ 5–16)
- Taça de vinho: US$ 3–5 (~R$ 16–27)
- Coquetel: US$ 3–5 (~R$ 16–27)
- Cappuccino/latte: US$ 2–4 (~R$ 11–22)
- Mercado para a semana: US$ 20–25 (~R$ 108–135)
O Camboja é seguro?
O Camboja é, no geral, um destino seguro para viajar e mochilar. Casos de violência contra turistas são raros, mas furtos e golpes acontecem, especialmente em praias e áreas movimentadas.
O que exige atenção:
- Furtos são mais comuns em locais cheios e nas praias. Mantenha carteira, celular e câmera sempre próximos ao corpo e nunca deixe objetos sem vigilância na areia.
- Não ostente dinheiro ou eletrônicos. Use pochete ou bolsa anti-furto para reduzir riscos.
- Cuidado com golpes comuns:
- Golpe da moto: cobrança por danos que já existiam. Tire fotos e vídeos do veículo na hora de alugar.
- Golpe do tuk-tuk: o motorista leva para outro local (geralmente um restaurante ou loja com comissão) antes do destino combinado. Recuse e procure outro transporte se isso acontecer.
Para mulheres viajando sozinhas:
De forma geral, o país é seguro, mas siga precauções básicas:
- Não deixe sua bebida desacompanhada.
- Evite caminhar sozinha à noite em áreas pouco iluminadas.
Saúde e cuidados no clima:
- O calor e a umidade podem causar desidratação. Carregue sempre água.
- A água da torneira não é potável — use garrafa com filtro ou compre engarrafada até mesmo para escovar os dentes.
Emergências:
- Número de emergência: 119
Dicas extras:
- Confie na sua intuição — se algo parecer estranho, saia da situação.
- Mantenha cópias (físicas e digitais) do passaporte e documentos importantes.
- Compartilhe seu roteiro com alguém de confiança.
- Considere contratar um seguro viagem — cobre imprevistos como doenças, furtos, acidentes e cancelamentos.
Dica extra:
Considere contratar um bom seguro viagem. Ele cobre situações como doenças, acidentes, furtos e cancelamentos — e pode evitar dores de cabeça e prejuízos maiores.
Dicas extras para sua viagem ao Camboja
- Escolha bem o clima: De novembro a março o tempo é mais seco e agradável. Entre maio e outubro é temporada de chuvas fortes.
- Visto é obrigatório: Pode ser feito online (e-visa) ou na chegada, mas leve foto 3×4 e dinheiro em espécie para agilizar.
- Dólar americano é amplamente aceito: Muitas vezes é até mais usado que a moeda local (riel), mas leve notas limpas e sem rasgos.
- Respeite os códigos culturais: Ombros e joelhos cobertos para visitar templos, e evite toques na cabeça das pessoas (considerado desrespeitoso).
- Angkor Wat exige planejamento: O complexo é enorme — vá cedo, use roupas leves e considere guia para aproveitar melhor.
- Transporte interno é barato, mas lento: Ônibus e vans são econômicos, mas prepare-se para viagens longas. Tuk-tuk é ótimo para distâncias curtas.
- Cuidado com golpes: Principalmente em Phnom Penh e Siem Reap — verifique preços antes e evite deixar objetos sem supervisão.
Passagens, hospedagem e seguro viagem
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