13/05/2025 Por Bárbara Rocha Alcantelado
Muita gente se pergunta se Amsterdam é segura — e com razão.
A cidade é linda, vibrante, cheia de vida nos canais, ciclistas por todos os lados e aquele clima descontraído que atrai viajante do mundo inteiro.
Mas também tem sua fama: drogas liberadas, turistas doidos, furto de bicicleta, golpe em turista distraído.
Já estive em Amsterdam mais de dez vezes — em clima de passeio, bate-volta e até parando só pra matar a saudade. E posso dizer com tranquilidade: é uma cidade segura, sim. Mas, como todo lugar muito turístico, exige atenção.
Assalto? Raríssimo. Mas furto leve acontece. Violência? Quase nada. Mas tem áreas que mudam de clima à noite.
Dá pra relaxar? Com certeza. Mas com um olho sempre aberto, especialmente se você estiver sozinho(a), for mulher, LGBTQIA+ ou quiser evitar cilada.
Neste post, reuni tudo o que aprendi na prática: informações atualizadas, dicas sinceras e coisas que ninguém conta, pra você curtir Amsterdam com segurança, leveza e zero perrengue.
Nossa experiência em Amsterdam
A primeira vez que fui pra Amsterdam foi com 16 anos. Desde então, voltei várias vezes — sozinha, com a minha mãe, com o Vagner… e em todas as ocasiões me senti segura.
O que posso dizer é que é uma cidade bem segura, especialmente pra quem vem do Brasil.
Amsterdam tem um clima muito tranquilo. Dá pra andar à noite, atravessar bairros inteiros a pé ou de bike, pegar transporte público sem tensão. Nunca me senti ameaçada, nem tive aquela sensação de “melhor guardar o celular”.
O único ponto que me chamou atenção foi a quantidade de gente oferecendo drogas na rua — e não tô falando dos cafés licenciados, mas de droga pesada mesmo, sendo oferecida discretamente em áreas mais turísticas, como o Red Light District.
Não é algo agressivo, mas aparece, e pode incomodar dependendo do seu perfil.
Fora isso, nenhum susto. Nem golpe, nem furto, nem abordagem estranha. Amsterdã é um destino onde dá pra andar leve, desde que você siga os cuidados básicos de qualquer cidade turística da Europa.
O que dizem os rankings
Se você gosta de checar os números antes de decidir o destino, vai gostar de saber que Amsterdam aparece bem na fita — principalmente quando o assunto é segurança urbana.
Segundo o Safety Index 2025 do Numbeo, Amsterdam ficou na 58ª posição global. Não é topo de lista, mas também está longe de ser uma cidade problemática — principalmente se a gente considerar o volume de turistas e o movimento constante pelas ruas.
No Global Peace Index de 2024, a Holanda aparece na 18ª posição entre 163 países, uma leve melhora em relação ao ano anterior. O índice leva em conta fatores como estabilidade política, criminalidade, relações internacionais e acesso a armas — ou seja, o cenário geral do país.
Já no levantamento da Savory & Partners, focado em segurança nas cidades, Amsterdã se destacou mais ainda:
- 4º lugar em segurança pessoal
- 6º lugar em segurança de infraestrutura
Pra quem gosta de comparar rankings:
A Holanda costuma aparecer bem colocada em praticamente todos os levantamentos internacionais, sendo considerada uma base sólida pra quem busca estrutura, regras que funcionam e um ambiente controlado — especialmente pra quem viaja sozinho ou com família.
Resumindo:
Amsterdam é segura, sim. O que mais exige atenção são os furtos leves em áreas turísticas e alguns golpes bobos voltados pra quem tá distraído (como cobrança errada, troco confuso, ou preços inflacionados em serviços “pra turista”).
Segurança em Amsterdam: o que é tranquilo e o que exige atenção
Criminalidade baixa (mas tem que ficar atento)
Amsterdam é, sim, uma cidade segura. Violência pesada é raríssima, e crimes contra turistas quase sempre envolvem furtos leves — celular tirado do bolso no meio da multidão, carteira esquecida na mesa do café, ou bolsa distraída no metrô. Acontece, especialmente em áreas muito turísticas como a Centraal Station, Dam Square e o Red Light District.
Outro ponto que aparece bastante são as abordagens nas ruas oferecendo drogas, principalmente à noite. Parece “parte da cena”, mas é ilegal e pode dar problema — além de ter risco real de golpe. Melhor ignorar e seguir andando.
Transporte tranquilo (com pegadinhas em hora cheia)
O transporte público em Amsterdam funciona bem, é limpo, pontual e seguro. Trams, metrô, ônibus: dá pra usar tudo com tranquilidade.
Mas vale cuidar dos seus pertences nas estações mais movimentadas, onde já rolou furto até dentro do trem.
Se for de bike — o que é super comum e vale a pena — saiba que a cidade tem mais bicicletas do que gente, e a dinâmica entre ciclistas, pedestres e carros é real.
Respeite as ciclovias, fique esperto nas curvas, e sempre tranque bem a bike. Furto de bicicleta é o “crime nacional” por lá.
Cidade liberal, mas com limites
Amsterdam tem fama de “livre pra tudo” e, no geral, o clima é leve e respeitoso. Casais LGBTQIA+ se sentem seguros, mulheres andando sozinhas também.
Mas como em qualquer grande cidade da Europa, evite andar sozinha tarde da noite em ruas muito vazias — especialmente fora do centro ou em bairros mais afastados, como partes de Amsterdam Zuidoost.
E mesmo no Red Light District, onde a vibe é diferente, vale ficar atento. Tem gente tentando aplicar golpe em turista distraído (tipo cobrar entrada falsa em coffee shop ou se passar por policial pra pedir “documento e dinheiro”).
Bom senso funciona aqui também
Amsterdam é segura, mas não é mágica. Evite andar com muito dinheiro, use cartão ou Apple Pay sempre que possível, e não aceite bebida de estranho na balada.
Parece básico, mas a gente baixa a guarda quando tá de férias — e é aí que o perrengue bate.
É seguro andar à noite em Amsterdam?
Sim. Em termos gerais, é seguro andar pelas ruas de Amsterdam à noite. A cidade é bem iluminada, tem policiamento regular e, em muitas regiões, continua movimentada até tarde.
Mas isso não significa que você deve desligar o radar.
A maior parte dos relatos negativos vem de situações de desconforto, e não de perigo real: turistas bêbados no Red Light District gritando, gente oferecendo droga na rua, ou pequenos furtos em áreas muito cheias.
Se você estiver em regiões como Jordaan, De Pijp ou a área dos museus, dá pra circular tranquilo.
Já no entorno da Central Station, no Red Light e em trechos mais afastados como Bijlmer, o clima muda à noite. Não é que seja perigoso — mas é menos agradável, especialmente se estiver sozinho(a).
E pra quem é LGBTQIA+, como é?
Amsterdam é considerada uma das cidades mais LGBTQIA+ friendly do mundo.
A cidade tem leis igualitárias há décadas, foi a primeira a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, e recebe a Pride anual desde 1996 — com barcos pelos canais, muita festa e respeito na rua.
No dia a dia, casais andam de mãos dadas sem virar atração, e a presença de bares e espaços inclusivos é grande.
Claro, nem todo mundo é evoluído (em lugar nenhum é), mas o clima geral é de acolhimento e normalidade.
Golpes mais comuns em Amsterdam (e como não cair neles)
Sim, Amsterdam é segura, mas isso não significa que não tenha trambique rolando por aí.
E turista distraído é sempre o alvo favorito. Aqui vão os golpes mais comuns — e como escapar deles com dignidade (e sua carteira).
1. Táxi sem taxímetro
Você sai do aeroporto ou da estação de trem, vê um táxi dando sopa, entra confiante… e o taxímetro? Nunca foi ligado. No fim, a corrida de 10 minutos sai pelo preço de uma diária de hotel. Em alguns casos, o motorista ainda pode te levar pra uma rua mais vazia e “negociar” o pagamento no susto.
Como evitar: Use apps como Uber e Bolt, ou pegue táxis em pontos oficiais. E nunca, nunca entre num carro se o motorista se recusar a ligar o taxímetro.
2. Falsos policiais
Do nada, alguém com cara séria e um crachá duvidoso para você na rua, diz que tá rolando fiscalização contra drogas e exige ver seu passaporte e carteira. Enquanto um fala, o outro te distrai. Quando você percebe, seus euros sumiram.
Como evitar: A polícia real não age assim. Se desconfiar, peça pra ir até uma delegacia e recuse mostrar seus pertences na rua.
3. Ingressos falsos
Casa de Anne Frank, Van Gogh Museum, Heineken Experience… tudo esgotado? Aí aparece um salvador vendendo “ingressos extras”. Mas eles são falsos ou superfaturados, e você acaba pagando pra dar meia-volta na porta.
Como evitar: Compre só pelo site oficial. Não existe ingresso de última hora por DM ou em bancas suspeitas. Se parecer bom demais pra ser verdade, é porque você tá prestes a financiar um golpista.
4. Lojas de queijo “turistão”
Você entra naquela loja fofa cheia de queijos coloridos e embaladinhos. Paga caro, acha que vai levar um pedaço da Holanda… mas o queijo é industrializado, caro e nem sempre comestível.
Como evitar: Vá em queijarias de verdade. Prove antes. E evite qualquer loja que pareça feita só pra Instagram.
5. “Toma esse presente” (e agora paga)
Alguém te oferece uma flor, uma pulseira, uma fitinha da sorte. Você aceita, sorri. Três segundos depois, a pessoa cobra e não arredonda o pé até você pagar.
Como evitar: Não aceite nada de ninguém. Nem flor, nem carinho, nem simpatia. A menos que queira pagar por isso.
6. Golpe do aluguel falso
Você encontra um apê perfeito no Facebook, fotos lindas, preço abaixo da média. Fecha negócio, transfere a grana… e descobre que o imóvel nunca existiu.
Como evitar: Use sites como Booking, Airbnb ou plataformas com garantia. Nunca negocie direto no WhatsApp.
7. Câmbio duvidoso
Trocar dinheiro na rua ou em lojinhas suspeitas pode te render notas falsas ou taxas absurdas.
Como evitar: Evite trocar dinheiro com gente na rua ou casas de câmbio que parecem mais loja de souvenirs. Prefira bancos ou saque em caixas eletrônicos oficiais.
8. Cartão de transporte usado
Você tá na estação, alguém te aborda oferecendo um cartão de transporte com “crédito restante”. Você paga… e ele não funciona.
Como evitar: Compre só nos pontos oficiais ou nas máquinas das estações. E sim, turista tem cara de bobo — por isso você não vai cair nessa.
9. Drogas com “amostra grátis”
Alguém no Red Light District te oferece um pacote com “amostra” de droga. Parece um brinde, mas logo cobram por isso — e às vezes o que vem dentro é perigoso de verdade. Casos de intoxicação intencional já aconteceram por lá.
Como evitar: Recuse qualquer coisa que envolva substâncias misteriosas oferecidas por completos desconhecidos no meio da rua. Você não está no menu degustação do crime.
Áreas que pedem mais atenção em Amsterdam
No geral, dá pra circular por Amsterdã com muita tranquilidade. Mas tem umas regiões que, na prática, pedem um pouco mais de atenção — seja por furto, clima mais tenso ou pela vibe mesmo.
Bijlmer-Gaasperdam (zona sudeste)
Essa é a área com maior índice de criminalidade da cidade, segundo os dados da própria prefeitura.
Sub-bairros como Nellestein e Reigersbos/Bullewijk aparecem com frequência nos registros, principalmente por furtos, ameaças e assédio leve — especialmente em estações de metrô.
Durante o dia, o movimento ajuda. Mas à noite, a recomendação é clara: evite.
O entorno do estádio do Ajax, por exemplo, pode ficar bem esvaziado e com pouca presença policial depois dos jogos. Se não tiver motivo real pra ir, melhor cortar do roteiro.
Amsterdam Centrum (área central)
É onde estão os principais pontos turísticos — Red Light District, Dam Square, Central Station — e, claro, os pickpockets. Os furtos são oportunistas: turista distraído, celular no bolso de trás, mochila aberta.
De dia, tudo funciona bem. À noite, o Red Light vira outra coisa: mais muvuca, bebida demais, abordagens estranhas.
Pode não ser perigoso, mas é desconfortável. Se não faz seu estilo, melhor evitar depois do pôr do sol.
Museumkwartier (zona dos museus)
Lindo, organizado e cheio de atrações. Mas é bom saber que rolam furtos também, principalmente de bicicleta.
Nada que vá te traumatizar, mas se for alugar bike, trave com dois cadeados e evite dar bobeira.
Nieuw-West e Bos en Lommer (região oeste)
Essas áreas não são turísticas, então você só vai parar por aqui se estiver hospedado fora do centro ou for visitar alguém.
A sensação de segurança depende muito do horário e do trecho — tem gente que passa anos sem problema, tem gente que sente o clima estranho já no metrô.
Se for ficar por essas bandas, dá uma explorada de dia antes de se comprometer com hotel ou airbnb.
Drogas em Amsterdam: o que é proibido de verdade
A imagem de cidade liberal faz muita gente achar que Amsterdam é um lugar onde tudo é liberado — especialmente quando o assunto é droga.
Mas a coisa é um pouco mais complexa do que parece, e se você não souber onde está pisando, pode se dar mal.
Drogas pesadas (e o mito do “ninguém liga”)
Se você for pego com cocaína, MDMA, LSD ou qualquer outra substância pesada, não espere tapinha nas costas. Elas são ilegais e continuam sendo tratadas como crime — mesmo em quantidades pequenas.
O que pode acontecer depende do contexto: se parecer que é uso pessoal e não tiver confusão envolvida, pode até passar batido. Mas isso não é garantia.
O risco de processo existe, principalmente se tiver algo que levante suspeita de tráfico — porções fracionadas, dinheiro em espécie ou mensagem suspeita no celular.
As penas variam: tráfico ou produção pode render de 8 a 12 anos de prisão. Se tiver importação ou exportação envolvida, sobe pra 16. E preparar qualquer esquema (mesmo sem concluir) já pode dar até 8 anos de cadeia.
Cannabis em Amsterdã: tolerada, mas não liberada
Pra começar: não, a maconha não é legal na Holanda. Isso mesmo. Ela é tolerada, mas continua sendo tecnicamente ilegal.
A posse de mais de cinco gramas ou o cultivo para uso próprio é enquadrada como crime. O consumo só rola por causa de um “acordo informal” que permite usar dentro dos coffee shops — que também têm suas regras.
Hoje, os coffee shops não podem fazer publicidade, precisam ficar a pelo menos 250 metros de escolas e só podem manter até meio quilo de estoque.
E sim, o abastecimento deles ainda vem do mercado ilegal. É um sistema meio esquizofrênico, mas funciona do jeito deles.
Desde 2023, a prefeitura também proibiu fumar nas ruas do Red Light District. Placas foram instaladas, a fiscalização aumentou, e a multa é de €100 pra quem for pego. Na reincidência, o valor sobe.
A ideia é frear o chamado “turismo da maconha” — um tipo de visita cada vez mais criticado pelos moradores. Gente que vem só pra isso, faz bagunça, fuma em qualquer lugar, e transforma a cidade num parque temático da erva.
Resumo prático:
- Maconha só nos coffee shops. Nem pense em acender na rua.
- Mais de 5g? É enquadrado como crime.
- Cultivar em casa? Também não pode.
- Coffee shop não é balada. Vai, fuma, e vai embora.
- Se alguém te abordar oferecendo qualquer coisa, agradeça e continue andando. É ilegal — e pode ser golpe.
Infraestrutura médica em Amsterdam
Amsterdam tem uma rede de saúde moderna, bem equipada e fácil de acessar — especialmente em comparação com muitos outros destinos. Se você precisar de atendimento, o sistema funciona, mas é bom saber como se virar.
Hospitais e clínicas
A cidade tem hospitais grandes e bem avaliados, como o Amsterdam UMC (que inclui os campi AMC e VUmc) e o Antoni van Leeuwenhoek, especializado em oncologia, mas com estrutura de alto padrão.
Além dos hospitais, há centros de saúde espalhados pela cidade que oferecem atendimento básico: clínico geral, farmácia, fisioterapia e até psicologia. E se o problema for dentário, o Dental 365 funciona 24 horas para emergências.
Emergências e atendimento fora do horário
Em caso de emergência real, o número é 112 (vale pra ambulância, bombeiros ou polícia).
Se for algo menos urgente, como febre, dor ou mal-estar fora do horário comercial, você pode procurar o Huisartsenpost, que é um serviço médico fora do expediente — eles avaliam e, se necessário, marcam consulta com um clínico geral.
Outra opção prática pra quem tá viajando é o HotelDoc, um serviço de atendimento médico no próprio hotel. Bom pra quem não quer sair andando pela cidade doente atrás de clínica.
Seguro viagem e reembolso
A maioria dos seguros de viagem cobre consulta com médico de turista. Em geral, você paga na hora e pede reembolso depois — então vale guardar todos os recibos certinhos. O atendimento pode sair caro sem seguro, então não viaje sem ele, mesmo sendo um destino com boa estrutura.
Remédios e farmácias
Farmácias são fáceis de encontrar e, na maioria das vezes, associadas aos centros médicos. Dá pra comprar medicação básica sem receita, mas antibiótico, calmante ou qualquer coisa controlada exige prescrição de um médico local.
Contatos de emergência:
Essa é uma daquelas informações que a gente espera nunca usar, mas é bom ter na manga. Salva no celular com um nome fácil, tipo “Emergência Amsterdam”, e segue com a vida.
- Emergência imediata (polícia, bombeiros, ambulância):
112 — é o número pra quando o problema é real, urgente e não dá pra esperar. - Polícia (situação não urgente, tipo furto, extravio ou fazer BO): 0900-8844
- Consulado-Geral do Brasil em Amsterdã:
Endereço: Torre 3, 4º andar, Strawinskylaan 481, 1077 XX, Amsterdã
Telefone para emergências consulares: (+31) 6 5155-4836
WhatsApp: (+31) 6 4789-3358
E-mail: cg.amsterdam@itamaraty.gov.br
Só usa o número do plantão consular em caso de emergência mesmo — tipo acidente, hospitalização, prisão, desaparecimento… ou qualquer coisa que você não contaria sorrindo pros seus pais.
Pra qualquer outro assunto mais leve, manda mensagem no WhatsApp ou e-mail que eles respondem direitinho.
É seguro viajar para Amsterdam?
Sim — e muito. Amsterdam é uma das capitais europeias mais tranquilas pra circular, seja a pé, de bike ou de transporte público.
A cidade funciona, a polícia está presente, e o clima geral é leve. Mas, como todo destino turístico cheio de gente, não dá pra andar no modo desligado.
Furtos acontecem, especialmente em áreas movimentadas. Bicicleta some fácil se não estiver bem trancada. E aquela famosa abordagem “amigável” oferecendo drogas na rua? Melhor ignorar e seguir o baile.
Fora isso, o clima é acolhedor e respeitoso. Casais LGBTQIA+ circulam numa boa, mulheres andam sozinhas sem medo, e a cidade respira diversidade. É um destino leve — só não desligue o senso de atenção.
Curtiu o post?
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Ficou com dúvida? Pode perguntar nos comentários. Respondo o que sei — e o que não souber, corro atrás.
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